Agarrada ao Jogo

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Anónimo

Lembro-me que ainda em pequena já acompanhava os meus pais ao casino. Eles sempre gostaram de jogar nas máquinas, mas de forma controlada.

Aquele gostinho entrou dentro de mim e quando entrei na idade adulta comecei a jogar por minha conta e risco. Tinha dois trabalhos, mas mesmo assim ainda tinha tempo de ir ao casino. Não havia sexta-feira que faltasse. Adorava o cair das moedas sempre que ganhava, o que era frequente.

Só que houve uma altura que precisei de algo mais estimulante e alinhei na roleta russa em sala privada. Como tinha boas referências, não foi difícil conseguir entrar numa mesa. Sentia-me a maior e quando ganhava então, ficava com um super ego.

Mas um dia a sorte virou-se contra mim e dei como garantia o carro do meu namorado, que nem sonhava com toda esta situação. Perdi o carro e perdi o namorado. Fiquei inconsolável com esta perda que decidi pedir ajuda.

Entrei nesta unidade de tratamento e aqui fui acarinhada por todos. Aprendi coisas sobre mim, que nem eu sabia. Mudei e Cresci e quando saí recuperei a minha relação amorosa.

Casinos, nem vê-los. Ainda estou em recuperação há pouco tempo, mas confiante de que não irei ceder.

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