Trabalho desgastante : Villa Ramadas
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Trabalho desgastante

Tive a felicidade de dar continuidade a um negócio de família, que incluía a gestão de uma propriedade de turismo rural. Desde muito nova que o meu pai me preparou e eu adorava todo aquele ambiente que se vivia, principalmente quando fazíamos festas na propriedade.

O que eu não sabia era que iria ter que assumir os negócios com apenas 24 anos, após a morte dos meus pais, resultante de um acidente de viação. Por mais que estivesse preparada, sentia o peso da responsabilidade e mesmo com a ajuda de alguns familiares, não era fácil.

Sem horário, trabalhava mais de 18 horas por dia, sem direito a férias nem fim-de-semana. Em menos de um ano estava com um esgotamento, mas a verdade é que mesmo assim não me conseguia desligar e aos poucos deixei o negócio afundar-se.

Sempre tinha recusado a ajuda de pessoas amigas, mas um dia não consegui sair da cama e foi aí que decidi pedir ajuda. Estava esgotada, mas se não me afastasse não conseguia controlar a vontade louca de trabalhar. Um tio falou-me deste centro e fechou para férias o negócio. Era uma jovem de 25 anos, cheia de problemas profissionais, sem amigos e sem namorado.

Sentia-me alienada da realidade e com um espírito “velho”. Aqui fiz uma limpeza na minha vida e ganhei ferramentas para ter equilíbrio.

No regresso a casa, contratei um gestor para o negócio e passei a cumprir um horário. Acreditem que a minha vida melhorou substancialmente e voltei a sentir-me e a agir como uma rapariga nova, cheia de sonhos e ambições…

Constança, Portalegre

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