LSD - A Droga emblemática do Movimento Hippie - Tratamentos : Villa Ramadas
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LSD - A Droga emblemática do Movimento Hippie

O LSD (ácido lisérgico dietilamida), também denominado como “trip”, saiu da mão de um químico suíço, Albert Hofmann, em 1938.

O LSD é uma droga que produz distorções da percepção da realidade e que pode ter como efeitos uma sensação de bem-estar, de plenitude e de leveza, uma maior agudeza sensorial (as cores tornam-se mais brilhantes…), o incremento da disposição e da resistência física, sendo possível chegar-se à exaustão, alterações na noção de espaço e de tempo e êxtase.

As consequências do seu consumo passam pela ocorrência de verdadeiras alucinações, uma consciência muito apurada, sentimentos místicos de profunda união com os outros, distorção da percepção de sons, imagens e também do tacto.

Com o seu uso repetido, a tendência é para que desapareçam as sensações aprazíveis, susceptíveis de dar lugar à ansiedade, medo, depressão e delírios. 



O LSD – em cápsulas, comprimidos, tiras de gelatina e "selos" impregnados do produto que se destinam a dissolver na boca, origina sintomas com uma duração média de oito horas.

Embora os estudiosos digam que não é, tecnicamente, possível morrer com uma overdose de LSD, cuja dose activa ronda os 50 microgramas (razão pela qual não representaria perigo de toxicidade), esta droga provoca aumento da temperatura corporal e desidratação, que é passível de levar à morte, ou seja, embora não haja uma influência directa, indirectamente o risco está lá.



No que se refere ao campo psicológico, o LSD proporciona experiências tão intensas que se podem tornar perigosas para a estrutura psíquica.

Uma "má viagem" é capaz de desencadear acessos de pânico, vertigens e descontrolo emocional.

Se o consumidor se encontrar ansioso ou deprimido quando decide consumir, estas "viagens" podem transformar-se num pesadelo, do qual, amiúde, não há retorno. 



Em acréscimo, este ácido constitui uma substância com possibilidades de fazer emergir problemas psiquiátricos ocultos. Uma pessoa com tendência para desenvolver esquizofrenia, por exemplo, pode ter muito a perder com o consumo do LSD, uma vez que aquela terrível doença acha nesta substância terreno fértil para eclodir.



Outra perspectiva diz respeito à desorganização psicológica causada pelo consumo persistente, que se manifesta na desestruturação da personalidade e pelo desaparecimento da linha divisória entre o «eu» e o «outro».

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