Internamento para o Tratamento da Dependência de Fármacos (Medicação) - Tratamentos : Villa Ramadas
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Internamento para o Tratamento da Dependência de Fármacos (Medicação)

A ansiedade, a depressão, o cansaço, o desapontamento ou um processo de luto não resolvido, podem constituir o pontapé de saída para o início de um dependência medicamentosa.

Não é, contudo, por consumir medicamentos que o problema ou dificuldade que deu origem a esse consumo desaparece!

Pelo contrário, essa é a “melhor” forma de adiar e, em muitos casos, até rejeitar uma eventual solução.


O internamento para o tratamento deste tipo de dependência, prepara o/a dependente para uma autonomia da qual já não tinha memória de ser possível ter.

Quem chega a um internamento para o tratamento da dependência de fármacos vem, regra geral, sem sentir quaisquer motivos para viver, sentindo que não tem qualquer utilidade, que é uma pessoa completamente horrível, fria e sem capacidade de se emocionar, podendo também sentir-se como sendo alguém amoroso, inteligente, afável, sem que os outros consigam ver, todavia, essas características em si e, portanto, não lhe rendam o devido respeito, que considera merecer.



Com tantos fármacos à mão de semear, o perigo de um dependente de fármacos se decidir acabar com todo o seu sofrimento, consumindo de uma só vez uma grande dose, é enorme.



Numa época em que se consome de tudo menos bom senso, o internamento para o tratamento da dependência da medicação aponta alternativas prudentes, respostas mais eficazes e mais perenes do que as “soluções imediatas” que possam eventualmente surgir.

Através do contacto a “limpo” e não mascarado com as realidades que vão surgindo no centro de tratamento, o paciente “treina” e “ensaia” o controlo da ansiedade sem recorrer a qualquer “químico”, aprendendo assim a lidar “ao natural”com aquilo que o costumava deixar desorientado.



O tratamento deste tipo de dependência, foca-se, acima de tudo, a incutir no adicto a responsabilidade da condução da sua vida sem necessidade de recorrer a qualquer tipo de “alteradores do seu estado de espírito”, o que nem sempre será muito fácil.

A vida é cada vez mais rápida e anónima; tudo corre a uma velocidade louca e não há pouco tempo para falarmos das nossas coisas, ou ainda pior, não há com quem delas possamos falar.

No entanto, ao terminar o tratamento, o paciente irá saber que nunca mais estará sozinho e que haverá sempre uma voz disponível, uns ouvidos atentos, uma mão estendida ou um abraço garantido sempre que dele precise, transformando assim a sua vida numa positiva história de esperança.

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