Vício destruidor

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Anónimo

Quando a minha filha nasceu foi uma alegria para todos. Era uma rapariga vivaça, sempre com muitos amigos ao seu redor. Cedo vingou na vida, com apenas 28 anos já tinha uma carreira profissional sólida.

Mas o que eu e a mãe não entendíamos, era nunca lhe termos conhecido nenhum namorado. Ainda pensei que fosse homossexual, mas garantiu-me que não.

Um dia liga-me a dizer que precisava de ter uma conversa séria. Fiquei alarmado. Quando chegou vinha nervosa e eu nem queria acreditar no que me tinha acabado de revelar: tinha filhos de pais diferentes e, pior, tinha contraído HIV.

Mas como é que ela tinha tido tamanhos descuidos? Sempre tinha sido uma pessoa informada e cuidadosa… Após alguns minutos de pausa, mais uma revelação difícil de encarar: era viciada em sexo e precisava desesperadamente de ajuda.

Sem saber como reagir, prontifiquei-me logo em arranjar solução. Levei-a para este centro na esperança de a tratar. Voltou uma nova pessoa. Retomou a vida profissional e quer remendar os erros do passado. Luta por ter direitos perante os filhos e tenta ser uma mãe presente. Iniciou uma relação amorosa estável, que lhe tem dado bastante equilíbrio.

Além disso, tornou-se voluntária numa associação. Apesar de todos estes erros do passado, está uma pessoa mais madura e responsável e tenho imenso orgulho em tê-la como filha.

Não podia deixar de agradecer o quanto a ajudaram a ultrapassar esta adição que a estava a destruir.

Foram maravilhosos e vão estar sempre no nosso coração.

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