Haxixe - Uma passa para o Inferno

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O haxixe é a droga mais consumida em Portugal e, talvez por ser a que causa menos problemas, o número de Portugueses que consome habitualmente esta substância ou que já teve contacto com ela, tem vindo a aumentar exponencialmente.

O maior problema do haxixe é, provavelmente, o facto de não ser responsável por grandes problemas, isto é, como o seu consumo é suscetível de não acarretar um sofrimento que implique um pedido de ajuda, há muitos consumidores a precisarem dessa ajuda sem que, contudo, a peçam.

Os efeitos provocados pelo haxixe passam por excitação seguida de relaxamento, desorientação no tempo e no espaço, verborreia (falar sem parar), euforia, fome desmesurada, palidez, taquicardia (coração a bater muito depressa), olhos avermelhados, pupilas dilatadas e secura da boca. Redução da atenção e comprometimento da memória para acontecimentos recentes, alucinações, sobretudo visuais, diminuição dos reflexos com o inevitável aumento do risco de acidentes, entre outros, são também algumas das muitas consequências possíveis do consumo de haxixe.

Quando consumida em doses elevadas, esta droga pode ainda produzir ansiedade intensa, pânico e quadros psicológicos de gravidade apreciável, dos quais fazem parte, por exemplo, as paranoias.

O consumo contínuo e prolongado desta substância é passível de conduzir a uma síndrome de desânimo generalizado, em que a desmotivação constante sugere uma aparente derrota da vida.

Pela informação disponibilizada, é fácil deduzir que o haxixe não é assim tão inócuo como julga o comum dos seus atuais ou futuros utilizadores.

Sendo encarado e denominado como uma "droga leve", o haxixe “abre a porta” não só a efeitos perniciosos, como também à entrada e eventual categorização como uma das drogas consideradas mais "duras", que conduz à degradação do indivíduo e à perda da sua dignidade, quando não mesmo da sua própria identidade.

Hoje em dia, mercê de uma informação mais imparcial e difundida, são em maior número os consumidores habituais de haxixe que vão tomando consciência dos reais perigos e sequelas do seu uso.

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